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Guest Post Camila Fiori

Como utilizar o marketing de conteúdo para seu blog

A internet transformou a nossa relação com muitas coisas, especialmente no que diz respeito às compras e vendas, ou seja, ao nosso modo de se relacionar com as empresas e marcas. Dentro desse novo universo digital, o verdadeiro divisor de águas é o já famoso marketing de conteúdo, originalmente chamado content marketing.

Existe, porém, uma série de confusões a respeito do que seja realmente essa modalidade de marketing, bem como sobre as verdadeiras relações dela com a internet e com conceitos próximos, tal como o do inbound.

Adiante, compreenderemos qual a importância desses conceitos e as diferenças existentes entre eles. O nosso foco recairá sobre essa estratégia aplicada aos blogs, um formato que não é raro, considerando o marketing de conteúdo por excelência e por razões que também veremos.

Outro conceito importante de ser abordado diante desse cenário é o de jornada da compra, especialmente no que diz respeito às diferenças dele para o funil de vendas.

Só assim poderemos entender como o content marketing pode ajudar uma marca desde a etapa da captação de leads, passando pela qualificação deles, até a fidelização e engajamento dos clientes, cujo foco atual é transformá-los em fãs/defensores das marcas.

Os conceitos serão exemplificados com casos de segmentos bem práticos, como é o do universo automotivo, um dos que mais crescem na esfera digital, seja na parte de produtos e acessórios, seja na de serviços e manutenção especializada. De qualquer modo, as dicas lançadas servem para qualquer área e para todo e qualquer formato de negócio.

 

O que exatamente é o Marketing de Conteúdo?

O content marketing nada mais é que atrair os clientes por meio de “conteúdos”. Ou seja, mediante materiais que despertem o interesse das pessoas pelo produto/serviço, ao contrário de simplesmente fazer propagandas apelativas sobre as supostas vantagens daquela marca ou empresa em relação às demais.

Outro modo de se referir a isso é com os termos prospecção ativa, que seria, justamente, a prospecção comercial e apelativa (tanto na televisão ou rádio, quanto em panfletos, outdoors e afins). E prospecção passiva, que é a do marketing de conteúdo, em que a empresa gera materiais de qualidade e aposta na relação de médio e longo prazo.

É conhecida a teoria de Philip Kotler, largamente considerado o “Pai da Publicidade”, segundo a qual a história do marketing apresenta quatro fases:

  • Ele já foi focado no produto;
  • Depois acabou focando nas empresas/marcas;
  • Em seguida seu foco se dá nos clientes;
  • Hoje ele o faz por meio da internet.

É exatamente disso que se trata. Se a empresa fornece algo como blindagem vidros automotivos, ao invés de se centrar na quantidade de clientes que ela tem e no seu tempo de mercado, ou de bater forte na importância da blindagem como algo comercialmente apelativo, ela vai fazer de modo diferente.

Essa diferença consiste justamente em “educar” o cliente a respeito dos tipos de blindagem existentes, qual a mais indicada para cada veículo e por quê. Ou ainda, sobre os índices oficiais de quantas vidas essa medida já salvou, sobre o aumento da violência urbana, sobre a segurança e conforto psicológico que o serviço traz, etc.

O que é mais importante: sem apelo comercial. O leitor pode duvidar de que isso seja possível, ou de que traga resultados. Mas basta olhar em volta e perceber o quanto de newsletters, blogs, e-books e afins as marcas mais consolidadas têm disparado nos últimos anos.

Pois é, tudo isso é content marketing, cujo foco é ir atraindo o cliente aos poucos, até provar para ele que quem está com a autoridade dentro daquele segmento é a marca X, que gera os melhores conteúdos, e não a marca Y.

Portanto, o futuro da concorrência está no conteúdo. Lembrando que empresas menores podem fazer o mesmo. Imaginemos o caso de uma oficina que lida com funilaria de carros antigos.

Qual não é a quantidade de materiais bacanas que podem ser gerados para atrair os clientes por meio de e-mail marketing e das redes sociais, não é mesmo? Até porque, com o avanço das multimídias, nada impede que um conteúdo bem escrito redunde em fotos, animações ou mesmo vídeos.

 

Existe um content marketing fora da internet?

O primeiro aspecto mais importante e saliente do marketing de conteúdo é que ele pode servir a qualquer segmento ou nicho de mercado. Nisso consiste o que acima chamamos de a “verdadeira relação dele com a internet”.

Hoje existem serviços mais modernos, os quais tendem a chamar bastante atenção dos leitores e usuários da internet, como é o caso da inspeção cautelar veicular, que tem por foco o mercado de carros usados ou seminovos.

O objetivo desse setor é analisar se um veículo que está sendo negociado ainda cumpre com os padrões da fabricante, seja no tocante aos aspectos mais visíveis (pintura, vidros, lacre da placa), seja referente ao motor, chassi, câmbio, etc.

Ora, esse nicho de mercado encontra um amplo espaço na esfera digital, é verdade. Porém, a verdadeira relação do content marketing com a internet não é de dependência total, apesar do que a maioria das pessoas imagina.

Sem sair do ramo automotivo, há registro de empresas de pneus que utilizavam dessa estratégia de “gerar conteúdo” para atrair os clientes, há mais de cem anos. A informação é de Cassio Politi, autor que escreveu o primeiro livro nacional sobre marketing de conteúdo.

É importante compreendermos isso para nos lembrarmos da diferença entre content marketing e inbound marketing, por exemplo, que são dois termos muito próximos, mas que não podem ser considerados como totalmente sinônimos.

Se um blog gera conteúdo constante para despachante para renovação de CNH, por exemplo, ele está fazendo marketing de conteúdo. E a empresa pode manter essa estratégia de maneira puramente gratuita, como modo de tornar-se uma referência.

Já o inbound marketing sempre redunda em ações mais práticas, como programas de automação de e-mail marketing, landing pages que chamam o cliente para algum engajamento e táticas mais propriamente comerciais, embora com ênfase no conteúdo.

 

Blogs, e-books e newsletters na prática

Após compreender a essência do content marketing, fica claro o motivo dos blogs serem a alma dessa estratégia.

Embora ele não dependa da internet e possa ser feito por períodos, como as antigas newsletters impressas (além de poder contar com áudios, vídeos, animações e afins), o fato é que o texto é o seu formato por excelência.

Se você trabalha com algo específico como polimento automotivo manual, e quiser ter engajamento da parte dos seus clientes, pode ter certeza de que anexar um blog ao seu site institucional e às suas redes sociais, é a melhor das estratégias da atualidade.

Como vimos, hoje o cliente busca uma empresa ou marca que seja capaz de se comunicar com ele como uma amiga, quase como uma pessoa de carne e osso (é o esforço, por exemplo, de algumas marcas por terem uma persona “descolada” nas social medias) e não como uma instituição fria e interessada somente em números.

Além de polimento manual, que obviamente é algo bastante específico, temas mais universais como oficina martelinho de ouro também podem chamar bastante atenção por meio de blogs e artigos bem escritos, que dividam com os clientes a rotina desse trabalho, as técnicas mais apuradas, a origem desse serviço, etc.

Um artigo bem escrito pode se tornar, depois de algumas alterações (como a redução do conteúdo), um e-mail marketing, a fim de ser disparado como uma newsletter.

Assim como a soma de vários artigos, que podem se tornar depois de algum tempo de prática e publicação um e-book e servir, por exemplo, para uma landing page de captação de leads (aqueles que visitam seu conteúdo). O que nos leva ao último tópico deste post.

 

Você quer criar uma legião de fãs da sua marca?

A jornada da compra, mencionada acima, é um dos conceitos mais importantes do marketing de conteúdo.

Sua principal diferença para o funil de vendas (conceito antigo em departamentos comerciais) é que este é mais prático, tal como o inbound marketing, ao passo que a jornada da compra é mais universal e pode ser customizada para cada caso.

Se a oficina trabalha com alinhamento veicular, por exemplo, ela precisa entender que há uma jornada que o cliente realiza até chegar a tornar-se cliente. O termo que se usa na área é a sigla AIDA, que significa:

  • Atenção;
  • Interesse;
  • Desejo;
  • Ação.

Como o alinhamento veicular nem sempre é um problema emergencial, é preciso gerar conteúdos que façam o cliente passar por todas as etapas, até chegar à ação.

Quando o foco se torna algo mais imediato, como suspensão para carros, o funil de vendas pode mudar um pouco e queimar várias etapas do processo, justamente porque o serviço é mais emergencial e exigirá outro tipo de conteúdo.

Seja como for, transformar os leads em clientes e, mais que isso, em fãs e defensores de sua marca, é algo não é apenas possível, mas acessível a todo mundo que hoje em dia queira se aprofundar no marketing de conteúdo.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Apaixonada por comunicação. Formada em Jornalismo e blogueira por Hobbie. Atual responsável por este e vários outros blogs de Internet Marketing. Também escreve no seu blog Afiliados na web.

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Apaixonada por comunicação. Formada em Jornalismo e blogueira por Hobbie. Atual responsável por este e vários outros blogs de Internet Marketing. Também escreve no seu blog Afiliados na web.

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