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Guest Post Gustavo

O que é o profissional resiliente?

Essa capacidade é cada vez mais valorizada no mercado de trabalho. Saiba como desenvolver a sua

Na Física, a resiliência é a capacidade de um material de retornar ao seu estado original após ter sido submetido a alguma pressão que lhe cause uma deformação elástica. Imagine uma mola como exemplo: por mais que ela seja esticada, volta logo a ser o que era.

O conceito se expandiu para outras áreas e, no mercado de trabalho, é usado para definir um perfil comportamental cada vez mais valorizado pelas empresas. Basicamente, um profissional é considerado resiliente quando consegue lidar com as tensões mantendo um bom controle emocional.

Além de não perder o tom, um profissional considerado resiliente é aquele que se mantém produtivo e calmo, mesmo nas situações mais desafiadoras. Assim, além de continuar entregando o trabalho, ele também influencia positivamente os colegas, principalmente por meio do exemplo.

Também é esperado de um profissional resiliente que ele consiga propor soluções criativas para situações de conflito. Isso costuma ser possível justamente porque, além da experiência naquela área, o profissional conseguiu manter a cabeça no lugar.

Apesar de parecer simples, ser resiliente no trabalho nem sempre é fácil e, por isso mesmo, é tão valorizado. Pesquisas mostram que pessoas com essa capacidade têm mais chances de crescer na empresa, conquistando cargos e salários mais altos. Um dos motivos é que a gestão sente que pode confiar mais nelas.

Sabemos, no entanto, que a rotina em muitas corporações pode ser estressante e que é muito difícil não “reagir” a determinadas situações. Mesmo os melhores profissionais podem sair do sério, dependendo da pressão à que são submetidos. No entanto, é possível treinar a resiliência. Para te ajudar, separamos algumas dicas.

Trabalhe seu autoconhecimento

Essa é a primeira dica, pois é a mais importante, inclusive muitos dizem que é o verdadeiro segredo da resiliência. Afinal, independente da sua área, os desafios virão, e a diferença entre ser resiliente ou se descontrolar é saber quem é você diante deles.

É muito importante conhecer os seus limites a fim de não aceitar possíveis abusos, que acabam tornando a resiliência insustentável no longo prazo. É importante saber, também, quando é a hora de se afastar do problema para não tomar decisões de cabeça quente.

Como trabalhar o autoconhecimento? De várias formas. A terapia é uma delas, mas você também pode fazer isso lendo, exercitando-se, passando tempo de qualidade com você mesmo, dedicando-se a algum hobby etc. Cada pessoa precisa encontrar o que funciona para si.

Confie em você

A insegurança é uma das inimigas da resiliência do trabalho. Para não se desestabilizar com as adversidades, é essencial saber do seu valor na empresa com o objetivo de que não se sinta ameaçado por qualquer desafio. Desse modo, fica mais fácil respirar fundo e não atacar quando se sente acuado.

Para praticar essa confiança, você pode, por exemplo, pedir feedbacks regulares do seu chefe e dos colegas, identificando onde é possível melhorar e quais são seus pontos fortes, nos quais deve investir a fim de continuar sendo valorizado naquele ambiente. O autoconhecimento, do qual falamos na dica anterior, também é fundamental aqui.

Cultive relações com os colegas

Nem sempre é viável ou mesmo adianta ser resiliente sozinho. Afinal, um bom trabalho é feito em equipe, e o que um faz ou deixa de fazer pode influenciar bastante o que acontece com as outras pessoas naquele ambiente. Por isso, outro segredo da resiliência é ter boas relações com os colegas.

Isso não quer dizer que vocês precisam ser melhores amigos, mas é interessante que se conheçam e se ajudem, o que também facilita a prática da empatia, que também tem tudo a ver com a resiliência. Logo, faz sentido ir àquele happy hour ou àquela atividade de integração da equipe.

Esteja aberto a mudanças

O mercado de trabalho muda o tempo todo, e se apegar a velhos costumes e a jeitos de fazer as coisas pode ser um empecilho para a resiliência. 

Profissionais mais velhos costumam ter mais dificuldades para se adaptar às novidades, embora essa não seja uma dificuldade só deles. Quem nunca ouviu daquele colega alguma observação que começa com “no meu tempo”? 

No entanto, é preciso se dedicar a ver como as coisas são agora, ciente, inclusive, de que elas, muito provavelmente, logo mudarão outra vez. A experiência é algo importante, mas escutar os mais jovens também faz parte, bem como estar aberto.

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